Twee Vaders, Dois Pais, Two Fathers (Letra em Português)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009Postado por Dani às 00:15 0 comentários
Carta Aberta da Comissão Organizadora do VII SENALE
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
1. Considerando os emails recebidos pela lista do SENALE – senale@yahoogrupos.com.br;
2. Considerando que há um convênio firmado entre a comissão organizadora local e a Universidade Federal de Rondônia para captação de recursos, via fundo a fundo;
3. Considerando que pela captação de recursos, via fundo a fundo, o prazo de execução limite do recurso é março de 2010 (90 dias após assinatura do convênio) e a não execução deste implica na devolução do recurso e perda do mesmo para execução do VII SENALE;
4. Considerando que 2010 é ano eleitoral;
5. Considerando que o mês de março é um mês de visibilidade para as mulheres e que realizar o SENALE neste mês, é uma referência a luta das mulheres e a luta feminista;
6. Considerando que a 3ª Ação Internacional no Brasil da Marcha Mundial de Mulheres acontecerá de 08 a 18 de março de 2010, de Campinas para São Paulo;
7. Considerando que a CONAE – Conferência Nacional de Educação – 2010 – ocorrerá de 28 de março a 01 de abril de 2010;
8. Considerando que o Grupo Organizador local do VII SENALE é o Grupo TUCUXI, organização LGBT (mista) e que tem na sua presidência uma lésbica e seu mandado termina em março de 2010;
A Comissão Organizadora Local comunica que o VII SENALE está programado para acontecer em Porto Velho/Rondônia de 19 a 23 de março de 2010.
Cabe salientar ainda, que esta data possibilita que o movimento de lésbicas e mulheres bissexuais no Brasil participe de atividades tão importantes como 08 de março e a ação da Marcha Mundial de Mulheres, bem como da CONAE 2010.
Esperamos com isso, dirimir as dúvidas e recomeçar a divulgação em nossos municípios, estados e localidades do VII SENALE, com a certeza de que faremos o melhor e o possível.
A região norte se orgulha de ser anfitriã do VII SENALE e Porto Velho estará de braços abertos para receber a todas. Rumo ao VII SENALE!
Comissão Organizadora Local
Mais informações:http://senale.wordpress.com/
Postado por Dani às 00:33 0 comentários
Lésbicas de Camaçari reivindicam políticas públicas especificas
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Fonte: Redação Nossa Metrópole
O Coletivo OLGA (Orgulho de Lésbicas, Gays e Afins), realizou neste domingo (30), no espaço Conviver, o primeiro Encontro Municipal do grupo. Dezenas de jovens debateram durante todo o dia temas relacionados à saúde, educação, segurança e políticas públicas, além da visibilidade lésbica.
Criado em agosto de 2008, o Coletivo de Diversidade Sexual - OLGA, da União da Juventude Socialista (UJS), propôs fazer o enfretamento a homofobia e lutar por realização de campanhas de saúde pública especificas para lésbicas na cidade. O grupo decidiu ainda participar da Parada Gay Municipal.
Link: http://www.nossametropole.com.br/leitura-noticias-politica/4699-lesbicas-de-camacari-reivindicam-politicas-publicas-especificas.html
Postado por Dani às 21:09 3 comentários
CINEOLGA
terça-feira, 21 de julho de 2009"Para um momento de descontração o filme é encantador, enfocando a realidade da busca por um parceiro no mundo hetero e homossexual, as decepções, erros e acertos."
Sinopse: Quando Clara vê seu namorado Tom beijando Isolde, um ciclo de romances se inicia dentro de um grupo de pessoas que freqüentam o mesmo café em Dublin, na Irlanda. Alguns querem se casar, outros querem apenas ter um caso sem compromissos. Uns traem seus parceiros e outros descobrem mais sobre sua própria sexualidade. A única coisa em que todos concordam é que não dá para viver sem amor. E tudo ao som de muita bossa nova, cantada em português.
Onde você vai assistir? Auditório do Sindicato dos Metalúrgicos (Centro)
Quando? 25/07/09 às 17h
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Postado por Diiana Souza às 16:50 0 comentários
Plano do governo defende adoção e direitos civis para casais homossexuais
sexta-feira, 15 de maio de 2009Claudia Andrade
Do UOL Notícias
Em Brasília
O governo federal lançou nesta quinta-feira (14), em Brasília, o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). O plano é composto por 51 diretrizes, que devem ser transformadas em políticas de Estado. Entre elas estão a legalização do direito de adoção dos casais que vivem em parceria homoafetiva e o reconhecimento dos direitos civis de casais homossexuais.
"Eu e o meu companheiro temos 37 direitos que não são respeitados. Queremos direitos iguais", disse Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais). "Queremos a união estável. Não defendemos matrimônio - embora até fosse interessante a gente de smoking, casando, jogando buquê, jogando arroz, fazendo toda aquela festa - mas o que queremos é que nossos direitos sejam respeitados".
Para o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), essas mudanças levam tempo, mas o plano ajudaria a antecipar as decisões. "Antes, se falaria em torno de ideias, propostas. Agora é um plano governamental, e cada ministério tem que se adaptar", disse. "Há um crescente reconhecimento na sociedade, há muitos anos existem casais gays. Existe a convivência. Esse é um passo que o Brasil deu na sua construção democrática."
Ele acredita que não é preciso esperar a aprovação de leis para que medidas que garantam direitos sejam colocadas em prática. O exemplo pode vir de empresas públicas e privadas. "Não precisa apostar tudo na aprovação da lei. Antes de aprovar, se a Caixa Econômica (Federal) começa a fazer, se a Petrobras começa a fazer, o Banco do Brasil começa a fazer, as montadoras começam a fazer para os seus funcionários, a mudança na sociedade já vai antecipando a lei e a lei depois só complementa o processo".
Legislativo e Judiciário
No Congresso Nacional, um projeto de lei sobre a união estável entre pessoas do mesmo sexo foi apresentado em março deste ano. O deputado José Genoíno (PT-SP), um dos autores da proposta, diz que ela é uma versão atualizada de um antigo projeto da então deputada Marta Suplicy. "Eu não estou propondo casamento nem constituição de família, mas o acesso aos direitos civis. O Judiciário já está reconhecendo este direito em várias decisões".
De fato, o STF (Supremo Tribunal Federal) analisa uma ação proposta pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pedindo o reconhecimento legal da união estável de casais homossexuais. "O ambiente é muito favorável à causa", afirmou Eduardo Santarelo, coordenador do Programa Brasil Sem Homofobia da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
O ministro Vannuchi disse que o governo federal pode ajudar na tramitação do projeto no Legislativo "em todo seu esforço de articulação política". Para ele, a proposta pode ser aprovada ainda durante o governo Lula. "A tramitação legislativa precisa desse esforço de convencimento e esse segmento (LGBT) tem hoje uma das maiores capacidades de diálogo e sensibilização. O governo ajuda, e a chance de terminar aprovando é grande, ainda durante o governo Lula. Mas, se não aprovar durante o governo Lula, será aprovada em algum momento."
Para Toni Reis, o mais importante é que todas as políticas LGBT sejam mantidas independentemente de qual pessoa ou partido estiver no poder. "Queremos transformar isso em política de Estado. Hoje, o governo federal é comprometido com as causas populares. Se daqui a dois anos se tiver aqui o Serra, o Aécio, a Dilma, o Ciro, nós vamos estar aqui, do mesmo jeito, cobrando".
Mais diretrizes
Outras diretrizes incluídas no plano de promoção aos direitos humanos LGBT são:
- Incluir temas relativos à orientação e diversidade sexual nos cursos de formação de militares e de policiais civis e militares, extensivo às guardas municipais
- Classificar como inadequadas para crianças e adolescentes obras audiovisuais que apresentem conteúdos homofóbicos
- Criar uma comissão intersetorial para analisar programas de auditório e humorísticos e coibir discriminações
- Garantir mudança automática de nome e sexo a transexuais, sem a necessidade de ação judicial
- Encaminhar para o presídio feminino mulheres transexuais e travestis condenados à pena em regime de reclusão
- Acolher mulheres lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais na aplicação da Lei Maria da Penha, que pune agressões contra mulheres
- Rever a restrição existente para doação de sangue pela população LGBT
- Enfrentar o uso indiscriminado e prolongado de hormônios feminilizantes e masculinizantes entre travestis e transexuais
- Inserir nos livros didáticos a temática das famílias compostas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Fonte:
http://noticias.uol.com.br/politica/2009/05/14/ult5773u1188.jhtm
Postado por Caio Marcos Botelho às 00:10 0 comentários
Igreja quebra tabú e abençoa casamento gay o Brasil
segunda-feira, 11 de maio de 2009O casamento gay ainda é um tabu na maioria das sociedades. Tanto que boa parte delas ainda não reconheceu legalmente a possibilidade do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.
As dificuldades que a questão enfrenta no campo civil, entretanto, não chegam nem perto do que acontece no religioso. Se o uso de preservativos ainda é condenado por muitas instituições religiosas, imaginem o casamento gay.
Na contramão - ou na vanguarda? - dessa posição está a Igreja da Comunidade Metropolitana, que há quatro anos celebra a união de casais homossexuais no Brasil. Tecnicamente, a Igreja não realiza casamentos. Ainda que a cerimônia seja praticamente idêntica e que o menu do site da instituição aponte para “casamento”, ela é chamada de “Benção de União de Casais Homoafetivos”.
“Existe uma diferença de conceito”, argumenta o pastor Cristiano Valério, da ICM. De acordo com o pastor, “o casal não está sendo unido no altar; eles estão vivendo juntos”. - A Igreja dá uma benção a uma união que já é legítima, que já venceu muitos obstáculos e está consolidada. Na ICM, entendemos que os casais devem celebrar sua união depois de se conhecerem, inclusive sexualmente - afirma.
O pastor Valério faz questão de esclarecer porque a cerimônia é considerada uma benção. “Abençoamos a união porque não a consideramos um sacramento. Na ICM, apenas o batismo e a eucaristia são sacramentos”.
Cristiano Valério explica, ainda, o uso do termo “homoafetivo”: - Homossexual dá a ideia de apenas sexo. Homoafetivo realça o carinho que envolve a relação. O desejo é apenas consequência. Mas a Igreja não tem nenhum problema em usar os termos “gays” ou “homossexuais” - diz.
União coletiva Com a proximidade da Parada Gay de São Paulo, marcada para o dia 14 de junho, a ICM prepara-se para a 2ª edição da celebração de benção de união coletiva de casais homoafetivos. O evento acontece na véspera da Parada Gay.
Como toda primeira vez, a edição de 2008 foi um pouco tímida, reunindo apenas cinco casais. “A visibilidade é muito grande, alguns casais optam por celebrar em particular, ao longo do dia”, explica o pastor. Um número maior de casais é esperado para a união coletiva deste ano.
fonte: Terra Magazine
Postado por Denis de Souza às 23:50 0 comentários
Assassinato de gays tem crescimento de 55% em relação a 2007, aponta relatório do GGB
domingo, 19 de abril de 2009
O Grupo Gay da Bahia (GGB) acaba de divulgar o seu relatório anual com os assassinatos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em 2008 no Brasil. Segundo o levantamento, houve um aumento de 55% de mortes LGBTs em relação a 2007, que registrou um total de 122 mortes. Ao todo, 190 homossexuais foram executados no país.Postado por Coletivo OLGA às 10:11 2 comentários

